“Registo com bastante agrado o fim de semana de que fiz de visita a Moura.
Já não tenho em mente a última vez que saí de Moura com a esperança de ver a minha terra no lugar que ela merece, mas ao passar pela zona dos quartéis, vejo finalmente obra (quase) feita, e naturalmente esse facto deixa-me bastante orgulhoso.
A todos os que tiveram a iniciativa os meus sinceros parabéns, contudo, de forma a poder também dar uma homenagem a todos os que de uma ou outra forma contribuíram para a reconstrução de um monumento nacional, torna-se impensável que este projeto não seja isolado, pois para chamar os turistas precisamos de dar-lhes/proporcionar um dia completo de passeio/visitas em Moura, assim é possível, em minha opinião, dinamizar o investimento realizado.
Deixo assim um repto a todos os “governantes”, façam com a cidade o mesmo que fizeram com os “Quartéis”, sff…”
... NEM SIM, NEM NÃO, NEM ANTES PELO CONTRÁRIO!
Espaço pouco atractivo, demasiado escuro. A zona central (patamares da escadaria) muito mal aproveitados e escuros. Zona da plateia e palco "despidos" e "frios". Preços pouco atractivos para uma feira. Os descontos são pouco significativos chegando a ver-se livros mais caros que nos escaparates habituais. Ao contrário do que esperava, o espaço, se bem aproveitado, poderia resultar muito bem.
Decepcionante.
P.S. – Não temos um site para divulgar as feiras cá da terra? http://www.feirasdemoura.pt/
Porque não se divulga lá este evento? Será que este site foi mais um para se jogar dinheiro fora?!
Os candidatos deverão cumprir os seguintes requisitos:
.
Eu nem queria acreditar no que os meus olhos liam na Planície desta quinzena!
A 32ª edição da Feira do Livro vai ser no espaço Sheherazade (foto na composição em cima). Não havia um espaço com mais degraus, escadarias, sem iluminação natural e pequenino para fazer a Feira do Livro?!
Há coisas que nem os profetas se atreveriam a pensar.
Segundo a vereadora Maria José Fialho esta tomada de decisão prende-se com os elevados custos do aluguer das tendas nas quais habitualmente se fazia esta feira.
Mas minha senhora, será que ninguém a informou, sugeriu, despertou para a existência de dois pavilhões no recinto da feira que reunem todas as condições para que este evento se realize?!
Uma coisa lhe garanto. Caso esteja enganada em relação às condições do espaço por si escolhido para realizar este evento, aqui deixarei o meu pedido de desculpas. Mas até lá... ver para crer!
"Caro conterrâneo,
Sou pelo presente a partilhar uma viagem que fiz com minha esposa que em nada de anormal seria a não ser a particularidade do destino der “Mora”.
Isto porque, para quem é de Moura e sente com orgulho a sua terra e os seus laços, diversas são as vezes em que nos referimos a esse cantinho tão especial da margem esquerda do Guadiana que é Moura e muitas das vezes temos que corrigir “Sou de Moura, não de Mora!"
Mas ultrapassando o pormenor descrito, tal não é o meu espanto quando deparo que a povoação (hospitaleira e muito simpática, diga-se) não será maior que o Bairro da Salúquia e não tem mais comércio na vila toda do que em Moura existe na Praça Sacadura Cabral, refira-se que obtive a indicação que terá cerca de 2.500 habitantes.
Na minha visita-a Mora, que expectativa eu criei: Que Mora, fosse uma vila tal como é mas sobretudo ligada a água, ligada ao rio, tendo na sua gênese, uns laços que servem de sustento aos milhares de turistas que recebem quer em virtude do museu da água, quer pelas feiras, quer em torno do turismo rural que se desenvolveu, tudo em torno da água do rio.
Pois bem, ou não sentisse eu Moura de uma forma muito minha ou eu não ficaria com um amargo, um aperto por ver que Moura tem tantas ou mais potencialidades do que outras localidades como a referida e assiste serenamente o desenvolvimento passar como se apenas um espetador fosse…
Quer pelo Alqueva, por sinal o maior lago artificial da Europa, quer pelas águas de Moura, quer pelo azeite, ou até mesmo pelo Alentejo, pela nossa gastronomia, impõe-se que a nossa terra passe a contar nos roteiros turísticos!
Na minha modesta opinião, não precisamos de ser diferentes, de ser melhores que os outros, bastar-nos-ia ser iguais…e para isso chegava explorar o que é nosso…"
Esta é uma das principais avenidas da cidade, e que dá nome à cidade "Salúquia". Depois de demasiado tempo sem indicação do nome, alguém colocou lá isto que nos deveria deixar a todos envergonhados.
Senhor Presidente? Não se sente envergonhado de ser um cidadão a fazer o trabalho que lhe compete? Ou será que não conseguiu arranjar uns trocos (olhe tirava de uma dessas festarolas que patrocina e faz) para fazer uma placa toponímica digna do nome que tem esta artéria da cidade? A vossa inércia já é escandalosa e vergonhosa!
Será que o vereador, que por sinal tem um blogue com o nome desta rua, ainda não tinha percebido que o nome do seu blogue parecia não existir em Moura?
Pedia aos gajos ou gajas (ao gajedo) que andam pela cidade a sujar as paredes com uns grafites em letras vermelhas com GREVE GERAL que não o façam dessa forma. Coloquem cartazes, placares, outdoors, etc., mas pintar as paredes das pessoas... é serem porcalhões porque, tanto trabalho para evitar a poluição visual e manter a cidade arrumadinha e andam por aí, vocês, porcalhões, a sujar propriedade privada com grafites que, certamente, não queriam ter nas paredes da vossa casa. Párem lá com isso pá e façam as coisas como devem ser para não perderem a razão. Estou do vosso lado, mas não nestas coisas. Depois quero ver quem é que vai apagar e limpar aquelas porcalhices.
A Câmara de Moura anunciou esta quinta-feira, 10, que vai apresentar uma proposta de rescisão do protocolo que mantém em vigor com a Junta de Freguesia da Amareleja.
Em comunicado, a autarquia liderada pelo comunista José Maria Pós-de-Mina explica que o protocolo, "assinado de livre vontade" entre a Câmara e a Junta de Freguesia, presidida por António José Gonçalves, eleito por um movimento de cidadãos independentes, pressupõe "a existência de um clima de diálogo e de entendimento".
Contudo, adianta o comunicado, "no caso da Amareleja, e desde há dois anos, o protocolo assinado, e independentemente de dificuldades existentes no seu integral cumprimento, que se reconhecem, tem sido usado pela Junta de Freguesia para criar um clima de guerrilha com a Câmara Municipal".
"Não é essa a forma de se valorizar a Amareleja e o espírito empreendedor dos amarelejenses", afiança a autarquia mourense, lamentando as "atitudes manifestadas" na noite de quarta-feira, 9, durante uma reunião realizada na localidade, pelo presidente da Junta de Freguesia, "marcadas por palavras menos próprias dirigidas ao presidente da Câmara", que acabou por abandonar a sessão.
Apesar da intenção de rescindir o protocolo entre ambas as partes, a Câmara de Moura reitera no comunicado "a sua total disponibilidade para continuar a estabelecer parcerias com a Junta de Freguesia de Amareleja noutro tipo de matérias", embora considera ser "essencial que o diálogo entre as partes seja pautado pelas mais elementares regras de educação, correcção e de urbanidade". In "Portal de Moura"
Com sede em Beja e dois pólos, um em Castro Verde e outro em Moura, o Conservatório Regional do Baixo Alentejo luta pela sobrevivência com grandes dificuldades financeiras.
António Sebastião, o presidente da assembleia, emitiu pedido de regularização das dívidas aos 14 municípios alentejanos que formam esta associação. A dívida ronda os 209 mil euros, estando apenas os municípios de Serpa, Castro Verde, Ferreira do Alentejo, Alvito e Odemira com a situação regularizada. Vidigueira já entregou 15 mil euros para cotizações futuras, estando neste momento em situação credora. A casa mãe, Beja, é a recordista com 96 mil euros de dívida, seguida de Ourique com 57 mil, Mértola 30 mil, Moura e Barrancos com cerca de 6 mil. Estão ainda endividados com esta associação os municípios de Cuba (5.431,00€) e Aljustrel (2.736,00€).
ACTUALIZAÇÃO:
Em contraste com a notícia publicada no site da Rádio Planície, informo que os dados publicados neste blogue são extraídos do ofício emitido pelo Presidente da Assembleia Distrital de Beja, António Sebastião, dirigido aos Presidentes das Câmara Municipais que formam esta associação, em 01-06-2011.
Brevemente, a nossa cidade vai orgulhar-se de ter um dos sinais mais evidentes da evolução das espécies. Neste caso, da espécie humana. A nossa câmara, em conjunto com a Universidade Aberta e com a Comoiprel, vão criar a Escola Nacional de Caça, Pesca e Biodiversidade.
Foi celebrado, na passada sexta, o protocolo de colaboração e desenvolvimento de acções e colaboração destas três entidades para a criação desta escola.
Como este é um bom sinal de desenvolvimento, vamos todos apoiar esta nobre causa.
Já agora, se me é permitido... vão treinar para a Sacadura Cabral! Pode ser que consigam extinguir alguma das espécies autóctones, a chamadas lapas, que por lá deambulam sem que se perceba a sua utilidade.
"Os moradores e comerciantes da zona ribeirinha do Sobral da Adiça, em carta enviada à nossa redacção, que sairá na íntegra na próxima edição do Jornal A Planície, mostram-se indignados e preocupados com a situação actual daquela zona. Alegam os mesmos que, se no Inverno têm que preocupar-se com a possibilidade das cheias, já de Verão, são “obrigados a conviver com o cheiro pestilento de esgotos a céu aberto, resultado de entupimentos sucessivos na rede e de obras feitas à pressa”. Os moradores e comerciantes dizem ainda que a autarquia de Moura, até à data, ainda não deu resposta às solicitações dos interessados. A Rádio Planície contactou José Maria Pós-de-Mina, presidente da Câmara Municipal de Moura, que explicou que “…nós fizemos uma primeira fase da remodelação das águas e esgotos do Sobral, vamos agora, porque já adjudicámos, fazer a intervenção na Ribeira da Perna Seca, e estamos, neste momento, a avaliar a solução técnica mais conforme, e em termos com custos mais reduzidos, para resolver esse problema dos esgotos que os moradores referem, portanto, estamos a trabalhar nessa questão e oportunamente encontraremos uma solução.”." Notícia Rádio Planície
Para os que teimam em dizer que as obras e, consequentemente, o trânsito, está a ser bem gerido em Moura, aqui está um bom exemplo das dificuldades com que se vão deparando as pessoas por cá. Certamente este não será caso único, mas este foi o que nos chegou por mail através de um leitor do Nós Por Moura.
A Câmara Municipal de Moura, revela através deste inquérito a sua preocupação para com os munícipes. Pena é que o questionário só fique pelo que já todos comprovaram que, mais bem ou mais mal vai funcionando. O atendimento e pouco mais. Porque não aborda outras questões "de fundo" como diz o camarada Jerónimo e aí sim ficariam a saber o que pensam os munícipes da qualidade dos serviços prestados pela câmara?! Porque não é questionado o grau de satisfação dos munícipes relativamente às obras em curso na cidade? Taxas cobradas? Limpeza na cidade? Zelo e profissionalismo em outros sectores, nomeadamente, jardinagem, limpeza, pequenas obras públicas, etc.? Isso sim seria importante conhecer. Mas seria inútil o questinário porque as respostas são obvias.
Esta obras já ultrapassaram todos os limítes da decência, da desorganização e, sobretudo, o respeito pelos cidadãos. Moura está verdadeiramente deitada aos bichos.
Até as ambulâncias andam "à nora" sem saber por onde ir para o Centro de Saúde. Não há uma gota de água que seja para evitar a nuvem de pó que permanece há mais de um mês? Profundamente revoltante!
A nuvem de pó permanece de dia e de noite. Já viram o estado em que estão as casas nesta zona? Quem paga a pintura, limpeza e estragos que estas obras têm provocado? Caros moradores, vão à próxima Assembleia municipal e envergonhem aquela gente. Escorracem-nos de lá. Isto já ultrapassou todos os limites. Façam o que fizerem, digam o que disserem, neste momento a razão está e vai permanecer do vosso lado. É escandaloso o que se está a passar nesta zona da cidade.
A muralha da Boavista, junto ao palácio, está a ceder. Tanto na face virada para a Serpa Pinto, como na face virada para o Palácio da Justiça, apresenta duas fendas do chão ao topo que se estão a agravar. Estas fendas apareceram por ocasião das chuvadas, mas com as obras lá em cima continuam a ceder. Uma das quatro marcas colocadas já se partiu e caiu. Portanto, aqui fica o aviso a quem por ali passa. Passem de largo porque sempre ouvi dizer que mais vale prevenir...
Temos o maior lago artificial da Europa aqui ao lado, temos a maior central fotovoltaica do mundo, temos a cidade toda sem água há mais de 12 horas e temos os maiores incompetentes à frente dos destinos de um concelho no qual se está a tornar impossível viver!
Quanto à necessidade das obras penso que ninguém tem dúvidas, mas não seria possível fazer as mesmas coisas com mais organização?
Moura está um caos e as obras, ou melhor, a falta de organização das mesmas, está a deixar-nos à beira de um ataque de nervos.
Desvios e mais desvios que levam a ruas mal, muito mal sinalizadas. Voltas e mais voltas para se conseguir chegar a um destino dentro da cidade. Para quem conhece bem a cidade a tarefa é um suplício, agora imaginem para quem vem de fora e não conhece.
Senhor presidente, sei que pode fazer melhor, sei que todos desse lado podem fazer melhor, basta que queiram.
Porque não se molham algumas das ruas que depois de esburacadas nunca mais se fez nada e só contribuem para o caos em que vivemos e levantar nuvens de pó? Os carros, as casas, as árvores, ... tudo de repente perdeu a sua cor para se tornarem da cor da terra. Em horas de maior movimentação de trânsito é notória a desorganização da sinalização. Como diria em bom português: Moura está toda escavacada. Não tem ponta por onde se lhe pegue. Apetecia-me viver numa outra cidade mas que fosse civilizada. Aqui já tudo morre por detrás do desespero, desalento e impotência da população que se sente cansada e vai dizendo entre dentes que já não suporta mais isto. Faça alguma coisa por favor!
Os Vinhos alentejanos foram galardoados com medalha de ouro em Bruxelas e, entre eles, o Cotéis Grande Escolha 2008. O Nós Por Moura deixa aqui os parabéns, não só pelo merecido prémio, mas também pela qualidade dos produtos feitos nesta casa e que tão bem nos representam em qualquer parte do mundo.
O texto é um comentário de um leitor no post "Amanhã saia da sua poltrona..." e merece ser lido. "Vai valer a pena reflectir sim. A nível local há muito mais que reflectir. Como é possível que depois de 14 anos de comunistas à frente da câmara de Moura, possa estar-se todo um sábado sem água nas torneiras? Numa terra em que abunda a água, estarmos a viver todo um dia ao nível de qualquer povoação do terceiro mundo africano, ali quase no limiar do Sahara. Pois é isso mesmo que Moura é, uma terrinha sem quaqluer perspectiva de futuro, e em que o mais básico dos serviços essenciais, fornecimento de água à população, não seja garantido. Lembram-se que em 1997 esta era uma bandeira do programa eleitoral dos comunistas quando se candidataram à câmara? Depois de 14 anos, dá quase a sensação que voltámos atrás no tempo, em vez de termos cruzado para o século XXI. Cada dia é mais angustiante morar nesta terra, estou certo que esta é uma politica premeditada pelos comunistas no poder da autarquia, para que os mourenses de bom senso abandonem esta cidade (mais é uma vila que uma cidade), e possam reunir aqui os comunistas tresmalhados por esse Alentejo e país fora. Recentemente foi mais um tacho para um desses vindo de Beja. Até ja existem dois fotografos na câmara. Onde é que isto ja se viu?! Meus amigos estão todos a deixar-se comer e sempre com as calcinhas em baixo. Eu não, eu reclamo, eu exponho questões sobre a qual não obtenho resposta. E cansado disso, em breve deixarei mais um lugar vago para mais um comunista que esteja por aí perdido e ao abandono. Lamentável, o ponto a que Moura chegou, e a falta de qualidade em todos os aspectos em que estamos a cair. Basta ver o extremismo dos autarcas que escrevem o que é mais comunistamente conveniente. Felizmente a grande maioria não se identifica com tais alarvidades e baboseiras."
"O Moura Atlético Clube fez história na tarde de 29 de Maio 2011. Foi uma tarde emotiva em que o Moura disputou a sua subida de divisão com o primeiro classificado, Estrela de Vendas Novas. Um jogo bem disputado, em que o resultado final foi o empate a duas bolas. O Moura veio a beneficiar do empate do jogo entre o Esperança de Lagos e o Sesimbra, que eram os seus adversários mais directos. Sendo assim, com os resultados desta 10ª e última jornada, o Moura acabou o campeonato da 3ª Divisão da fase de subida na segunda posição com 35 pontos. Subindo para a 2ª Divisão Nacional na próxima época desportiva. Parabéns Moura Atlético Clube." In Rádio Planície
"A MIU, Lda., empresa a quem estava adjudicada a obra do edifício dos Quartéis em Moura, declarou falência, depois de ter tido problemas de laboração. No passado dia 27 de Abril, a empresa ainda fez uma última tentativa para recuperar, tendo reunido com credores e apresentado um plano de recuperação que não foi aprovado. O edifício dos Quartéis, que ainda não está concluído, está assim em stand-by. De acordo com José António Oliveira, vereador da Câmara Municipal de Moura, o processo está actualmente no gabinete jurídico da autarquia, para ser avaliado, sendo que posteriormente a Câmara tomará a melhor decisão para dar continuidade e conclusão a esta obra." In Rádio Planície

OBRIGATÓRIOS
OUTROS LOCAIS
SITES ÚTEIS